Excursões Científicas

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Ficha de pré-inscrição para as excursões científicas

1 - EXCURSÃO CIENTÍFICA EM ÁREA QUILOMBOLA: BUJARU - PARÁ

Localização da área: A comunidade quilombola de São Judas esta localizada no município de Bujaru, Mesorregião Metropolitana de Belém e à Microrregião de Castanhal.

Horário de partida: 06:30min

Horário de chegada: 18:00h.

Deslocamento: O deslocamento até a comunidade será pela rodovia BR-316 e PA-140.

A viagem dura aproximadamente duas horas e meia com uma travessia de balsa pelo Rio Guamá de meia hora.

Número de participantes: 30 pessoas

Investimento(valor único): R$ 30,00

Objetivos: - Entrar em contato com o modo de vida quilombola presente neste município; - Conversa com liderança local e visitas aos sítios.

I - IDA TRECHO 1 - BR – 316 - km 0 ao km 38 (PA 140 - município de Santa Isabel)

Dinâmica de ocupação a partir da estrada de ferro Belém-Bragança, criação de colônias (19) (com destaque para Benevides e Santa Isabel), crise de alimentos, borracha, seca no nordeste, passagem da mão-de-obra escrava para a livre. - Sobre a rodovia BR-316: Começa na cidade de Belém no estado do Pará e termina na cidade de Maceió no estado do Alagoas.

TRECHO 2 - PA-140 (cidade de Santa Isabel) até o Porto da Balsa (às margens do rio Guamá) - sobre a PA-140: Possuindo 217 Km de extensão, essa rodovia que vai do município de São Caetano de Odivelas à Tomé Açu, beneficia os municípios de São Caetano de Odivelas, Vigia, Santo Antônio do Tauá, Santa Izabel do Pará, Bujaru, Acará, Concórdia do Pará e Tomé Açu. A região é caracterizada pelo patrimônio histórico (Vigia), produção pesqueira e os igarapés que cortam a rodovia.

TRECHO 3 - Cidade de Bujaru ao km 29 (sentido Concórdia do Pará) - Travessia – Balsa (controle dos rios por empresas) - Rios Guama é seu afluente bujaru como vetores de ocupação em momentos distintos. - Um outro uso do rio como travessia a partir da construção da rodovia. - Nas frestas, interstícios, da pecuária, a produção camponesa. - Mostra um pouco a importância da rodovia para as transformações do modo de vida camponẽs e quilombola, transformações mais lentas se comparadas com outras regiões do Brasil, o papel da pecuária e a chegada do agronegócio com a Biovale. - Sobre a agricultura na região: Em áreas mais antigas de ocupação agrícola na Amazônia, a agricultura camponesa promoveu uma diversificação de seus sistemas de produção combinando agricultura perene, temporária e criação de pequenos e grandes animais.

Parada: Comunidade Quilombola de São Judas Tadeu Perceber o modo de vida tradicional e a dinâmica territorial da comunidade, conversa com liderança local e visitas aos sítios.

Almoço, descanso e retorno.

 

2 - ROTEIRO DE TRABALHO CAMPO:

ASSENTAMENTO LUÍS CARLOS PRESTES - PARÁ

Localização da área: O Assentamento Luís Carlos Prestes está Localizado no município de Irituia, Km 17 da Rodovia Belém- Brasília. Mesorregião Nordeste Paraense e à Microrregião Guamá.

Horário de partida: 06:30min

Horário de chegada: 18:00h.

Deslocamento: O deslocamento até a comunidade será pela rodovia Belém - Brasília, a viagem dura  aproximadamente  duas horas e meia.

Número de participantes: 30 pessoas

Investimento: R$30,00

Objetivos:

- Entrar em contato com as famílias sem terra presente neste município e conhecer a forma organizativa do MST;

- Conversa com liderança local e visitas aos lotes.

I - IDA

TRECHO 1 - BR – 316  - km 0 a Belém – Brasília ou BR – 010 Km 17(Município de Irituia)

Dinâmica de ocupação a partir da estrada de ferro Belém-Bragança, criação de colônias, crise de alimentos, borracha, seca no nordeste, passagem da mão-de-obra escrava para a livre.

- Sobre a rodovia BR-316:

Começa na cidade de Belém no estado do Pará e termina na cidade de Maceió no estado do Alagoas.

- Sobre a rodovia Belém – Brasília ou BR – 010:

Começa em Brasília e termina em Belém. Passa pelo Distrito Federal, além dos estados de Goias, Tocantis, Maranhão e Pará.

- Sobre a agricultura na região:

Em áreas mais antigas de ocupação agrícola na Amazônia, a agricultura camponesa promoveu uma diversificação de seus sistemas de produção combinando agricultura perene, temporária e criação de pequenos e grandes animais.

Parada: Assentamento Luís Carlos Prestes

Perceber o modo de vida das famílias sem terra, a forma organizativa do MST, dinâmica territorial da comunidade, conversa com liderança local e visitas aos sítios.

O Assentamento está em processo de constituição. Parte das famílias já estão recebendo crédito habitação, mais parte ainda continua acampada à beira da BR, aguardando desapropriação da fazenda reivindicada pelo MST.

Almoço, descanso e retorno.

3 - ROTEIRO PARA TRABALHO DE CAMPO:

ILHA DO MURUTUCUM.

O trabalho de campo a ser realizado na comunidade agroextrativista da Ilha do Murutucum no dia 11 de Novembro de 2011, consistirá em passeio fluvial com saída de embarcação prevista para 8:30h da manhã do mesmo dia, do trapiche do POEMA na UFPA, com destino à comunidade agroextrativista da Ilha do Muturucum, acerca de 30 minutos da cidade de Belém.

Logo após a chegada na Ilha, far-se-á uma pequena trilha rumo aos seringais e açaizais, acompanhados dos organizadores do evento e de alguns membros da comunidade, com o objetivo de identificar algumas técnicas de produção extrativa, bem como o modo de vida ribeirinho.

Posteriormente, será efetuado uma pequena palestra na qual alguns membros da comunidade terão a oportunidade de falar sobre suas experiências, bem como, sobre o projeto “Encauchados e Vegetais da Amazônia”, desenvolvido em parceria com o Poloprobio, a Petrobras e a UFPA, visando promover geração de emprego e renda às comunidades locais.

As 12:00 horas será servido almoço regional (camarão, açaí, arroz, feijão) aos congressistas.

Após o almoço, a embarcação sairá da comunidade e fará um tur pelas ilhas mais próximas e em seguida retornará ao trapiche do Poema/UFPA, por volta das 14:00 horas.

Número de participantes: 30

Investimento: R$30,00

4- ROTEIRO PARA TRABALHO DE CAMPO:

ILHA DE COTIJUBA

Projeto Trilha Cidadã: Dinâmica Territorial e desenvolvimento local: o caso das coletividades da Ilha de Cotijuba-PA

O projeto visa contemplar análises econômicas, sócio-culturais e ambientais a cerca da realidade da Ilha do Cotijuba. Priorizando a observação e o estudo dos modos de vida das comunidades locais, busca-se a análise e entendimento dos fenômenos geográficos que se desenvolvem na Ilha de Cotijuba e como tal comunidades estão envolvida nos mesmos.

Coordenação:

Profa. Dra. Carmena França

Prof. MSc. Odimar Melo

Prof. Ivanilson Favacho

Prof. MSc. Gilber Valério

Prof. MSc. Aiala Colares

Horário das atividades:

7:30h - Chegada e concentração dos participantes no trapiche de Icoaraci.

8:00h - Saída do barco em direção à ilha de Cotijuba.

8:45h - Chegada à ilha de Cotijuba.

De 8:45 ás 12:30h: VISITA À COMUNIDADE

Saída do bondinho (paradas estratégicas para explicações dos fenômenos sócio-espaciais).

1-  Visita ao Educandário Nogueira de Faria (O Baratismo na Amazônia- História da Amazônia).

2- Observação do núcleo urbano, comercial e populacional de Cotijuba

3-Visita ao MMIB (Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém).

4-Visita ao retiro comunitário de produção de farinha de mandioca.

5-Visita a residência do poeta Dinaí.

6-Visita aos produtores agrícolas da ilha.

7-Visita a área de plantio de Priprioca.

8-Caminhada na trilha ecológica.

9-Chegada à praia do Vai Quem-Quer (observação da Geomorfologia costeira)

12:30h - almoço no restaurante Marajó.

13:30h às 15:30h - Aula sobre a Geomorfologia costeira (representante da FGC).

16h-Retorno ao trapiche de Cotijuba.

16:30h- Saída do trapiche de Cotijuba.

17:20h-chegada ao trapiche de Icoaraci.

5- Roteiros Geo- Turísticos

Do complexo do Ver-o-Peso ao Porto: Percorrendo e revelando paisagens no Centro Histórico de Belém

No bairro da Cidade Velha: conhecendo o cenário histórico de Belém